TERMÔMETROS DE MERCÚRIO PODEM SAIR DO MERCADO

Por LUCIANA ARCHETE

Advogada e Jornalista MG19681JP

 

O mundo vai evoluindo e, com isto, muitos produtos que eram permitidos no passado, mas provocam males às pessoas são colocados de lado e as modernidades e tecnologias ocupam seus lugares.

Foi assim com o DDT que era utilizado em inseticidas e hoje é proibido; com as lâmpadas incandescentes que estão sendo proibidas de serem usadas (queimam rápido e consomem muita energia), dizem que a acetona (para remover esmaltes) também deixarão de ser comercializadas.

Mas, agora foi aberta consulta pública para por fim aos termômetros de mercúrio, aqueles de vidro e com um líquido vermelho ou cinza.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu consulta pública para discutir a proposta de proibição da fabricação, importação, venda e uso do termômetro com coluna de mercúrio em serviços de saúde.

Se for aprovada, a resolução entra em vigor em janeiro de 2019. A consulta pública ficará aberta do dia 27 de junho a 25 de agosto. O termômetro consiste em um tubo de vidro com um pequeno volume de mercúrio dentro. O calor faz o mercúrio dilatar e indicar, em uma escala graduada, a variação da temperatura. O mercúrio é um metal tóxico para humanos e meio ambiente.

Embora a quantidade de mercúrio presente no termômetro seja pequena e dificilmente causaria problemas de saúde, mas se proporem o fim, não teremos como modificar.

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