PDT EXPULSA UM DEPUTADO E SUSPENDE CINCO O CASO DO IMPEACHMENT

Por LUCIANA ARCHETE

Advogada e Jornalista

Com site do PDT Nacional

 

O Rio de Janeiro foi o palco escolhido para que o Diretório Nacional do Partido Democrático Trabalhista decidisse sobre o destino dos seis deputados federais que contrariaram a orientação da Executiva, referendada pelo próprio Diretório Nacional por unanimidade, e votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O deputado Giovani Cherini teve sua expulsa aprovada. O que pesou contra ele foi o fato de ter feito campanha pró-impeachment.

A direção nacional não fez questão de ter nas suas fileiras o deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul e há 28 anos no partido. A ética e compromisso com os ditames do PDT são mais importantes.

Dos cinco suspensos, dois presidentes de Diretórios estaduais foram afastados (Espírito Santo e Goiás), outros dois presidentes de Comissões Provisórias (Minas Gerais e Amazonas) também foram afastados da direção estadual.

São eles Sérgio Vidigal (ES), Flávia Morais (GO), Hissa Abrahão (AM), Mário Heringer e Subtenente Gonzaga de Minas Gerais.

PDT3

SENADORES NA BERLINDA

 

A Comissão de Ética do partido decidiu suspender a punição aos senadores que votaram pelo impeachment, Acyr Gurcagz e Lasier Martins. Isso porque o Senado ainda vai julgar o mérito do impeachment de Dilma e os votos ainda podem ser revertidos a favor da presidente afastada. O único senador que votou de acordo com a diretriz da Executiva, a favor de Dilma, foi o senador Telmário Miranda (Roraima).

PDT2

PROCESSO EM SEPARADO

 

As votações das punições foram feitas de forma individual, caso a caso, mediante apresentação dos pareceres produzidos pelos membros da Comissão de Ética que avaliaram, caso a caso, a situação de cada deputado. Nesse sentido, as penas foram aplicadas de forma gradual, como prevê o estatuto do partido.

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *